INMET explica a tempestade de poeira ocorrida no Sudeste no último domingo (26).

Saiba o que pode formar uma nuvem de poeira.

Por Maisa Pereira de Souza - publicado 27/09/2021 15h50 . Última modificação 28/09/2021 08h33 .

A Tempestade de poeira ocorrida no último domingo (26/09), foi resultado de alguns fatores: o período seco, temperaturas elevadas e a estiagem prolongada, os quais deixaram o ar com muito material particulado (poeira) em suspensão no ar e no solo.

A chegada da primavera trouxe as primeiras pancadas de chuva formando nuvens carregadas (cumulonimbus) mais ao sul das cidades do interior de São Paulo, como Franca, Presidente Prudente, Jales, Araçatuba, Barretos e Ribeirão Preto.

Com a chuva, os ventos aceleram (formando uma corrente descendente ou frente de rajada) e ao encontrar uma área mais quente, seca e com muita poeira formam a nuvem.

A frente de rajadas de vento teve extensão de pelo menos 200 km, atingindo cidades do norte paulista como Olímpia, Guaíra e Franca.

Na Rede de Estações do INMET as maiores rajadas de vento foram de 83 km/h em Pradópolis-SP e 57 km/h em Franca-SP.


Foto: Divulgação

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